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Outra vez o LEGO como investimento financeiro

por baixinho, em 29.10.15

Se em agosto foi o The Telegraph a falar no assunto (abordei o tema neste post) agora, segundo este post do Brickset, o Daily Mail e o Mirror fazem o mesmo. O último até lista quais os conjuntos que costumam valer mais dinheiro.

A minha opinião continua a mesma, se até certo ponto este fenómeno no início até foi vantajoso para a comunidade AFOL, neste momento começa a ser pernicioso.

 

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publicado às 15:56

Ser AFOL

por baixinho, em 18.10.15

Used And Abused

Ontem ao pesquisar sobre o Istok no blog, tropecei neste post que fiz há mais de 6 anos. Por coincidência, também ontem numa conversa com outro AFOL, o tema era o mesmo. O que é ser AFOL.

O texto apesar de antigo, continua relativamente atual. Não fala do pessoal que olha para o hobby apenas para comprar e vender ou o pessoal que apenas "vê", seja fotos na net ou exposições. No entanto creio que intitular de AFOL este dois grupos de pessoas seria um pouco forçado.

Aborda mais a faceta do coleccionismo e, principalmente, a faceta da construção. Segue-se o texto na integra (apesar do link acima):

Quando um velho conhecido descobre que um dos meus hobbys é LEGO, a habitual pergunta é “ainda brincas com legos?!”. Além do ponto de interrogação leva também com o de exclamação para melhor transmitir a ideia de admiração que normalmente a pergunta contém.

Ignorando o erro na expressão “legos”, não, não brinco com LEGO. A menos que se considere que um jogador amador de futebol esteja a brincar com a bola num qualquer jogo da terceira divisão regional (nem sei se isso existe).

Segundo o dicionário Priberam, brincar possui estes significados:
1. Divertir-se.
2. Entreter-se com alguma coisa infantil.
3. Galhofar; gracejar.

4. Agitar maquinalmente.
5. Proceder levianamente.
6. Fig. Agitar-se (diz-se das ondas).

Destes significados interessam para o caso os dois primeiros.

Divertir-me.
Sim, divirto-me quando construo um set ou um MOC(1), quando planeio uma nova construção original, quando vejo outros MOCs, quando participo em reuniões e encontros com outros AFOLs, quando escrevo e discuto sobre LEGO, quando estou a trabalhar em prol da Comunidade AFOL, etc. Mas alguma destas actividades transmite a ideia de brincar? Parece-me que não.

E “entreter-se com alguma coisa infantil”?

Sem dúvida que as peças LEGO são no seu âmago, um brinquedo. Bem, alguns conjuntos que a LEGO lançou nos últimos anos já não são bem brinquedos, tanto pelo seu elevado preço como pelo grau de complexidade construtiva. Mas pessoalmente já deixei de olhar para as peças LEGO como um simples brinquedo que teimo em não deixar mas mais como partes integrantes de um hobby. Mais ou menos como um jogador de futebol não olha para uma bola como um brinquedo.

Continuando a utilizar o mesmo exemplo. A bola pode ser um simples brinquedo mas a sua utilização e tudo o que envolve a sua utilização pode chegar a elevados graus de complexidade. Basta pensar no mundo do futebol e o no dinheiro que está envolvido para ter uma ideia do quão sério pode ser um… brinquedo.

Se um objecto simplesmente redondo pode provocar isso tudo, porque não as peças LEGO?
Exacto, as peças LEGO por si só já possuem um certo grau de complexidade, se adicionarmos tudo o que se passa à volta delas.. então ficaremos com um hobby rico de actividades intrincadas de tal maneira que já deixam de ser propriamente uma brincadeira.

O hobby LEGO é tão complexo,  rico e dinâmico que pode tomar várias formas. Normalmente dividem a Comunidade de AFOLs em duas porções. Aqueles que coleccionam sets e aqueles que constroem MOCs. Claro que esta divisão não é completamente correcta e exclusiva visto que a maior parte dos AFOLs até fazem as duas coisas, mas para efeito de facilitar a explicação do hobby vou deixar assim.

Existem os AFOLs que coleccionam sets. Não incluo aqui a actividade redutora de comprar e acumular sets, isso qualquer pessoa pode fazer. Da mesma forma que coleccionar selos é diferente de acumular selos, coleccionar sets não se resume à compra e acumulação dos mesmos. Há todo um processo de classificação, estudo, pesquisa e busca que tornam a actividade extraordinariamente interessante. Lembro-me sempre do espanhol Rick83 e da sua pasta no BrickShelf e é também de recordar a exaustiva classificação dos primeiros sets LEGO por Gary Istok, como bons exemplos do que pode ser um coleccionador de sets LEGO. Só não me dedico mais a esta faceta do hobby porque teria que despender ainda mais dinheiro na concretização do hobby.

Mas esta faceta do hobby LEGO é exactamente aquela que se encontra no coleccionismo de outros brinquedos e outros objectos. Restringir o hobby LEGO ao coleccionismo é extremamente limitador do que o hobby pode realmente ser. O brinquedo LEGO já se distingue da maioria dos outros brinquedos pela sua capacidade de se transformar num “brinquedo novo todos os dias”(2), então o hobby também deverá  explorar essa capacidade de transformação.

Podemos então começar a falar na construção de MOCs. A concepção de um MOC em LEGO é essencialmente a razão  principal para me ter tornado AFOL. Ter uma ideia, passá-la para peças LEGO, jogar com as limitações e possibilidades das milhares de peças LEGO para conseguir compor o que pretendo sem no entanto recorrer a “batotas”, é uma das actividades de onde retiro mais prazer. É mesmo nessa actividade que o hobby mostra toda a sua riqueza, basta para isso navegar no BrickShelf e no The Brothers Brick (ou noutros sites sobre o assunto), para qualquer pessoa ficar maravilhada com o resultado daquilo que os AFOLs podem fazer com peças LEGO. São essas mesmas maravilhas que tornam o hobby LEGO único e especial.

Como em todas as actividades humanas, quando uma actividade começa a crescer, vão também prosperar outras acções paralelas que só tornam essa mesma actividade mais rica e dinâmica. Temos livros sobre técnicas de construção, temos reviews de sets, temos eventos e convenções, temos revistas, temos concursos, temos jogos, temos uma infinidade de possibilidades que tornam o hobby LEGO num dos mais dinâmicos que conheço. Para provar isso, basta fazer uma pesquisa de imagens no Google sobre um qualquer assunto (de preferência em inglês). No meio do resultados da pesquisa é normal aparecer uma qualquer construção LEGO.

Mas voltando ao significado de ser um AFOL, como é que uma pessoa sabe quando é um AFOL? Acho que quando o sentir. A própria constituição da sigla indica isso. Um Adult Fan Of LEGO é um fã, e um fã é no fundo, um admirador. E o acto de admirar é pessoal, portanto só o próprio é que o pode definir e avaliar.

Mas um admirador de quê, da empresa LEGO ou do brinquedo que ela fabrica? A ambiguidade desta sigla já levou a alguns adoptarem a designação de ALE (Adult LEGO Entusiastic). Como digo acima, coleccionar LEGO é uma faceta do hobby, mas o que torna este hobby único é mesmo a possibilidade de construir.. e isso é relativamente independente da empresa.

Quando me tornei AFOL era estudante, por isso o orçamento para o hobby era bem limitado. Todos os conjuntos que comprava (incluindo algumas raridades dos anos 80) eram invariavelmente abertos, montados e posteriormente divididos para peças. Todas as compras eram estudadas tendo em conta a maximização da utilidade das peças adquiridas. Agora tenho a sorte de ter um emprego, o que facilita a aquisição de peças e sets e que minimiza também o cuidado na escolha, podendo mesmo pensar em investir a longo prazo. Mas ter mais peças acumuladas em casa, faz de mim mais AFOL? Seria no mínimo estúpido calcular o meu amor ao hobby por uma característica externa ao mesmo, o dinheiro disponível para o hobby.

Por vezes sinto mesmo nostalgia de quando tinha poucas peças e tinha que construir um determinado MOC, com grandes limitações. O jogo de utilizar uma pequena variedade de peças era mesmo bastante desafiador. Como compreendo quando um novo AFOL chega ao hobby e sente-se extremamente limitado por falta de peças. Principalmente agora em que é inundado de bons MOCs por todos os lados, coisa que já não era tão vulgar quando comecei.

Claro que agora a facilidade de arranjar a maior parte das peças não torna a construção mais fácil.. mas sim diferente, com desafios diversos. Temos que conhecer mais peças e as formas em que elas interagem. Estamos atentos ao que se faz e das últimas correntes. Isso também torna o hobby interessante e enriquecedor.

A partilha de imagens de MOCs é outro dos pontos fortes deste hobby. Aliás, duvido que este hobby tivesse a projecção que tem se não fossem os AFOLs mostrarem o que constroem. Esta é provavelmente a maior publicidade que a própria LEGO pode ter.

Por isso ser AFOL também passa por mostrar o que se faz.

Por vezes pergunto-me porque gasto imenso tempo com actividades de divulgação deste hobby. Acho que é mesmo para dar a entender que ele não se limita a amontoar conjuntos/peças lá em casa. O interesse deste hobby vai muito além disso, basta saber procurar na Internet para nos maravilharmos!

(1)por favor, se não estão familiarizados com algumas palavras e siglas, consultem a Wiki0937 (link).
(2)Havia um spot publicitário da LEGO que continha mais ou menos esta expressão.

 

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publicado às 12:00

A LEGO não se importa com a tua coleção

por baixinho, em 16.09.15

Neste excelente artigo no FBTB, Nick Martin explica porque pensa que a LEGO não se preocupa com a coleção de conjuntos dos AFOLs. Isto tudo por causa da confusão gerada pela reedição do conjunto 10199 Winter Village Toy Shop de 2009 pelo 10249 Toy Shop (que é praticamente igual). Os coleccionistas reclamam porque para terem a coleção completa (Winter Village) terão que ter dois conjuntos praticamente iguais. Os não tão coleccionistas desta série reclamam porque vão ter um ano em branco nesta coleção. Por fim, os especuladores reclamam porque compraram o set em 2009 às espera de valorização e esta reedição baixa os valores de venda.

Nick Martin ao pegar neste tema, aborda também o impacto dos AFOLs no negócio da LEGO, o (não) impacto do mercado paralelo nas vendas da empresa e, por fim, que as reedições tem toda a lógica para a empresa LEGO.

Concordo com praticamente tudo o que é dito no artigo e já várias vezes tinha pensado em escrever algo do género (provavelmente não tão extenso nem assertivo).

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publicado às 13:15

LEGO como investimento financeiro

por baixinho, em 27.08.15

 No outro dia o Brickset referiu este artigo do The Telegraph onde é abordada a moda de investir dinheiro em LEGO com intuito de retorno financeiro. Já há vários anos que o pessoal com algum conhecimento do fenómeno LEGO (AFOL ou não) conhece as potencialidades do investimento em (alguns) conjuntos da marca. Comprar o conjunto x para o vender por três vezes, ou mais, do preço original uns anos depois até se tornou o modo de vida de algumas pessoas. Não tardou muito para este processo chamar a atenção do mundo e espalhar-se para fora do meio.

Se à primeira vista este fenómeno até pode parecer positivo para o hobby, por vezes pergunto-me se isso é mesmo verdade. E pelo que tenho lido não sou o único a ter as mesmas dúvidas.

É inegável que o lucro deste processo traz ao hobby uma credibilidade séria. O LEGO deixou de ser uma brincadeira de crianças quando começou a gerar dinheiro. Isso até foi ótimo para alguns AFOLs poderem financiar o próprio hobby utilizando o seu conhecimento para saber investir melhor.

No entanto também é inegável que esta atenção toda fez disparar os preços de tal forma que forma que torna inalcançável o acesso a alguns conjuntos descontinuados a AFOLs com menos recursos.

Como o mercado funciona num equilíbrio entre a oferta e a procura, ao introduzir-se pessoas (investidores) que apenas procuram comprar (neste momento) e que por cima por norma até são abonados financeiramente, é natural que haja uma escalada de preços.

E, pessoalmente, creio que quando há essa escalada de preços, os conjuntos envolvidos praticamente saem da esfera da comunidade AFOL. A maior parte do pessoal que compra sets a preços ridiculamente altos já não o faz por coleccionismo ou para simplesmente construir, mas sim no intuito de o vender mais tarde e mais caro. E quem fala de conjuntos, também pode falar de minifigs.

Esta escalada afeta também o valor das peças. Como algumas são essenciais para construir esses conjuntos, tornam-se alvo da cobiça de mais gente para pelos menos poderem construir o conjunto juntando as peças necessárias.

Como sei que pouco posso fazer em relação a este fenómeno, já interiozei que haverão sempre conjuntos descontinuados que são inalcançáveis. O que vale é que, pelo menos para já, este fenómeno não abarca todos os conjuntos que a LEGO vai fazendo e praticamente não atinge os conjuntos mais antigos.


Por fim pergunto-me, será que isto um dia vai estourar?

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publicado às 11:44

Concurso Brick Your Phone

por baixinho, em 13.03.15

A equipa do ReBrick está a promover um concurso onde é pedido para construirem na base da capa LEGO oficial para iPhones. Claro que está prevista a possibilidade do pessoal não ter a referida capa nem um iPhone :)

O concurso termina a 25 de março e podem conhecer todo o regulamento a partir desta página de Internet.

 

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publicado às 07:03

Mais T-Shirts

por baixinho, em 02.03.15

More T-shirts

Mais três t-shirts. Desta vez uma relativa ao OutroMundo, onde utilizo o logotipo que o Rui Rupi Pinho fez há uns anos atrás. A segunda é do Space 0937, logo feito pelo Miguel Reizinho para os spacers da Comunidade 0937. Por fim uma Classic Space para o meu filho :)

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publicado às 19:30

Construindo mais uma casa para a Leila (parte 3)

por baixinho, em 28.12.14

LegOficina 20141228

Hoje avançamos mais um pouco na casa para a Leila e já temos os interiores do rés-do-chão quase, quase prontos. Já não sei quantas vezes mandamos paredes abaixo por nos lembramos de mais um pormenor para colocar. Para já o objectivo de ter tudo preso está a ser cumprido, visto que na primeira casa haviam vários detalhes do interior que estavam soltos.

Nos intervalos aproveito o espaço da esquerda para ir separando peças :)

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publicado às 22:31

Instruções para um bebedouro para cavalos em LEGO

por baixinho, em 16.08.14

Bebedouro para Cavalos, Instruções 1 Bebedouro para Cavalos, Instruções 2 Bebedouro para Cavalos, Instruções 3

Ficam aqui as instruções para fazer um pequeno e simples bebedouro para cavalos. Na confusão da fase final da montagem do Arte em Peças, ainda andei à volta para construir um simples e não consegui. Hoje ao começar a colocar uns pormenores no MOC que estou a preparar dei com esta solução extremamente simples. Por vezes o estar relaxado ajuda a chegar às soluções :)

 

ps. Bebedouro que não vou poder incluir na apresentação do MOC porque não tenho tiles 2x4 em castanho.. :/

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publicado às 11:57

Review do set 21109 - Exo Suit

por baixinho, em 09.08.14

Referência: 21109
Nome: Exo Suit
Tema: Ideas
Ano de Edição: 2014
Número de Peças: 321
Preço LEGO®: €34,49
Preço por peça: 10,7 cêntimos
Dados de compra: Shop@Home
Instruções: 1 livro de 88 páginas
Autocolantes: Não
Minifigs: Sim, 2
Modelos alternativos: Não
Lista de peças: Sim, no fim do livro de instruções


 
As peças
8/10
Desta vez começo pelas minifigs que, nesta cor, são exclusivas deste set. Há muito que os spacers sonhavam com minifigs espaciais em verde e o Mark Stafford não deixou de aproveitar esta oportunidade de presentear o pessoal. Valem por isso.
Em termos de peças, o PPPwiki parece demasiado alto para a quantidade de peças e para o tamanho médio delas. Aliás, a primeira impressão é que o volume das peças parece pequeno para o preço do set.
Há uma peça exclusiva (o 15395 em lbg que aposto irá sair noutros conjuntos em breve) e outras duas que apenas saem noutro conjunto (14769 em amarelo e o 2958 em lbg), as restantes são relativamente comuns. Todas as peças, inclusive as technic, podem ser consideradas muito úteis para construções que necessitem muito de greeblieswiki e pontos de articulação. No entanto a utilidade diminui imenso fora deste tema.


21109 Exo Suit (10)
by lbaixinho, on Flickr

A construção
10/10
A construção é simplesmente deliciosa. De saborear os vários momentos, mesmo tendo em conta que os membros são construídos em pares.
A primeira fase é a montagem das minifigs, base, barris e robô-tartaruga. De seguida é construído o torso, onde o SNOTwiki traseiro serve não só para abrilhantar uma zona que por norma é esquecida nos mechs da LEGO, mas também para dar uma estabilidade estrutural à zona. Os membros inferiores são montados em duplicado e apenas depois de se juntar ao torso é que são colocadas peças em espelho. Os braços são na sua maior parte montados em duplicados, ficando para o fim as garras que são montadas em espelho. No fim são acrescentados vários detalhes ao veículo.
Vale imenso não só pela técnicas, mas sim pela utilização de mil e uma peças pequenas em situações nada vulgares.


21109 Exo Suit (5)
by lbaixinho, on Flickr

O desenho
10/10
Por norma não aprecio construções onde o esqueleto technic apenas tem uma função estrutural e que depois desaparece debaixo de uma camada de peças system. Neste caso isso não acontece, visto que as peças technic também ajudam no aspeto final.
A quantidade e qualidade dos pormenores rementem-nos diretamente para os intricados MOCs que pululam a Internet. Dá a sensação que nada foi esquecido e que toda a peça foi pensada para fazer um efeito especial.
Existe alguma consternação em relação à utilização dos barris nos antebraços, no entanto acho que é um pormenor que se estranha e que depois se entranha. Fiquei mais descontente com o fato que o cotovelo tem uma articulação de mobilidade reduzida e não existe qualquer articulação no pulso. Aliás, acho que é mesmo no pulso que está uma das zonas mais frágeis do veículo.
No entanto nada disto atrapalha um aspeto que roça a perfeição.


21109 Exo Suit (9)
by lbaixinho, on Flickr

Jogabilidade
10/10
Dois minifigs (um deles apeado), um pequeno robô, um mech e.. aparentemente não há direito a qualquer inimigo. Aliás, o único armamento está na tartaruga. Mas depois de ver a minha filha a brincar com vários outros conjuntos, percebo que nem sempre é necessário o conflito, por vezes basta um bom conjunto que proporcione uma boa história para a brincadeira estar garantida.
O Exo-Suit convida a isso mesmo e a inclusão da segunda minifigura, da base e do robô-tartaruga confirma o valor na jogabilidade.

Outros
9/10
O livro e a caixa seguem as características dos conjuntos Architecture. O livro de instruções contém uma pequena introdução ao conjunto bem como uma pequena história. As instruções são acompanhadas por ocasionais imagens de detalhes do mech. O único senão é que não consigo gostar da imagem escolhida para o conjunto.


21109 Exo Suit (8)
by lbaixinho, on Flickr

Conclusão
9/10
Com certeza que este conjunto já ocupa um lugar na história da Comunidade AFOL. É o primeiro conjunto do projeto Cuusoo/Ideas que não é baseado num desenho pré-existente e além disso já praticamente fazia parte de um tema acarinhado por um grupo dentro da comunidade, o classic-space.
Não, não é perfeito. Provavelmente o principal defeito estará no preço que me parece elevado para o conjunto que é. No entanto é extremamente bonito e recheado de técnicas interessantes conseguindo ser bastante jogável e resistente. É também uma esperança para muita gente, a esperança que o tema LEGO Classic-Space retorne às prateleiras das lojas de brinquedos!

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publicado às 20:36

Com um pouco de imaginação

por baixinho, em 12.05.14

Tenho seguido o trabalho do espanhol Blastem na catalogação da "papelada" que a LEGO vem produzindo. Hoje mostrou este poster que na altura que saiu (2010) fiquei na impressão que não era oficial da empresa. No entanto o que importa neste poster (e noutros da mesma série que concerteza o Blastem irá publicar no seu blog) é a mensagem que passa.


Por norma fico encantando com alguns MOCs onde as técnicas utilizadas fazem com que nem pareçam que são construídos com peças LEGO. No entanto por vezes pergunto-me se isso não faz com que a construção perca alguma "magia LEGO". Alguns studs à mostra, alguma construção "de baixo para cima" e algumas cores garridas (tipo o amarelo, vermelho e azul básicos da LEGO) também sabem bem de ver de vez em quando :)

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publicado às 09:54


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