Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007
Ainda não estou satisfeito com o nome...
Este é o primeiro edifício para uma cidade situada no universo que criei: o OutroMundo. Este universo está situado num universo alternativo num mundo com tecnologia semelhante ao nosso no princípio do séc. XX. Claro que várias coisas são diferentes e a principal é o uso massivo de vários tipos de dirigíveis. Este mundo possui algumas peculariedades que tornam a levitação dos dirigíveis mais simples (além de me facilitarem imenso o trabalho). Muitas das ideias vem do trabalho do cineasta japonês Miyasaki e dos belgas Peeters & Schuiten.
Na parte inferior coloquei um pequeno jardim com uma estátua no centro. Não existe acesso aos andares superiores desde o nível térreo. Os acessos são os terminais que se encontram no terceiro piso. Esta característica é vulgar nos edifícios desta cidade (o próximo edifício que já estou a trabalhar funciona do mesmo modo).
Esta foi a minha primeira construção que recorri principalmente à compra de peças (tanto no bricklink como na shop@home). Como as fachadas são exactamente iguais (à excepção das que são terminais) facilitou-me imenso a tarefa de comprar as peças.
No futuro penso juntar mais três edifícios de tamanho semelhante. Um deles já está planeado no MLCad e um terceiro já tenho alguns apontamentos. Mais tarde farei a área envolvente. Espero completar antes de 2010...
Mais imagens
aqui.
LBaixinho
Aqui está um robot maneiro para frequentar um par de tascos.
LBaixinho
Domingo, 21 de Janeiro de 2007
Lá consegui acabar a construção.
O resultado visual é excelente. As técnicas utilizadas também o são considerando a variedade limitada do LEGO Factory. Claro que existem alguns problemas. Na construção original faltam três peças que portanto não aparecem no set. No entanto vem três peças a mais porque estão sobrepostas no desenho origina... Nada de grave. As portas não se seguram lá muito bem. As tiles 1 x 6 castanhas que se encontram na vertical na frente e traseira da carruagem não se seguram lá muito bem. Um pormenor que irei tentar dar um jeito. Mas o maior problema é mesmo as instruções... tiram qualquer prazer que haja na construção :(
Sábado, 20 de Janeiro de 2007
Aqui estão umas dicas para começar o hobbie LEGO (não as traduzi porque estou com preguiça).
1. Visit your local Target and purchase one or two starter kits2. Go home, spread them on the floor and have fun3. If you're really feeling frisky, engage in some impromptu customizations4. Your 3 a.m. eureka moments eventually outnumber the bricks with which you have to work (see Step 1, repeat)5. Visit any or all of the websites below—there are many, many Lego fans out there
(Target é uma cadeia de hipermercados nos EUA semelhantes ao Continente, mas com a distribuição geográfica dos Intermarchés).
Retirado
daqui.
LBaixinho
Finalmente decidi comprar um MOC alheio. A escolha recaiu sobre um MOC da
LEGO Factory que o
Mathis tinha criado para o concurso
save.9vtrains do qual fui juíz. Na altura tinha ficado de olho nele e finalmente tive tempo e dinheiro para o comprar.
Ainda não o acabei de construir.... simplesmente porque é difícil à brava!
Não por causa do modelo em si, que só usa um pouco a técnica SNOT e bastante a
half-stud (será que inventei um nome?). O problema está nas instruções.
Imaginem umas instruções que não estão impressas; que avançam exactamente de três em três peças; de baixo para cima; etc.
O resultado é ter montes de peças que não se seguram a nada em várias fases. Posso dar o exemplo rídiculo de colocarmos primeiro o
technic 1/2 pin e só depois o
technic brick 1x1 onde ele é encaixado...
Aparte deste pequeno problema, 'tou a gostar e ansioso de ver o resultado final :)
LBaixinho
Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007
Desta vez uma versão mais compacta e na escala minifig (o carrinho, claro).
LBaixinho
Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2007
A sub-cultura da LEGO também é feita de muito trabalho pessoal. Por exemplo, a construção de modelos com o computador surgiu com o australiano James Jessiman. Jessiman começou em 1995 um software para construir com peças virtuais, algo que Douglas Coupland (autor do livro “A Geração X”) também abordava no seu livro Inforescravos do mesmo ano. Foi neste livro que tive o primeiro deslumbre do que era ser AFOL (claro que no livro não tinham esta designação). A história anda à volta de um conjunto de programadores que tem como hobby fazerem grandes construções LEGO. O engraçado é que o principal projecto virtual deles é um programa em tudo semelhante ao actual Ldraw.
Voltando ao Ldraw, Jessiman ao criar o programa e formato de ficheiro ldraw abriu uma porta completamente nova para a LEGO, a construção virtual e gratuita. Será que a empresa iria gostar? A possível má reacção da LEGO era um medo de Jessiman. Infelizmente não teve tempo de conhecer essa reacção, faleceu a Julho 1997, vítima de complicações com o vírus Influenza (gripe). Mas houve gente (Steve Bliss, Terry Keller, Lutz Uhlmann entre outros) que pegaram no trabalho de Jessiman e construíram uma organização que manteve a estrutura do ldraw e que serviu de base para muitos outros trabalhos. A Ldraw.org continua em força sendo reconhecida pela própria lego. O LEGO Digital designer da LEGO pode utilizar os ficheiros no formato ldraw criado 10 anos antes!
Existem ainda outros add-ons ou programas de construção virtual, por exemplo o MLCad do Michael Lachmann e o LeoCad do brasileiro Leonardo Zide.
LBaixinho
Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007
Neste
post aparece uma ideia no mínimo original. Alugar LEGO... acho que até daria certo e poupava o transtorno de andar a arquivar/arrumar todo o LEGO que temos em casa.
Será que se a LEGO colocasse alguns sets em regime de aluguer eu alugaria um? Hummm para experimentar quase de certeza... não sei é se depois gostaria de ficar com ele (para ficar montado ou para peças).
LBaixinho
Terça-feira, 16 de Janeiro de 2007
Referência: 7942
Nome: Pick-up com Reboque
Tema: City
Ano de Edição: 2007
Número de Peças: 131
Preço LEGO®: 9.95€
Preço por peça: 0.08€
Instruções: Livro tipo A5 com 24 páginas
Autocolantes: Sim
Minifigs: 1
Modelos alternativos: Não
Lista de peças: Sim
As peças – Destacam-se duas peças introduzidas este ano. O para-brisas e a pistola da mangueira. Todas as outras peças apesar de relativamente comuns são facilmente utilizáveis em outros contextos e ou criações.
A construção – A construção encaixa-se perfeitamente na faixa etária a que o set é dirigido. Qualquer miúdo com 5 anos e com algum treino poderá concluir o set sem grandes dificuldades.
Não são usadas técnicas especiais e o resultado é sólido.
O desenho –De notar que o set é maior do que parece à primeira vista na imagem de catálogo ou caixa. O reboque é enorme e contém mais pormenores do que parece. Outra vantagem é que pode-se transformar a pick-up num veículo civil muito facilmente. Como ponto negativo aponto as rodas demasiado saídas que tornam a silhueta da pick-up um pouco estranha quando vista de cima.
Jogabilidade –Para um AFOL que esteja a começar o tema cidade agora, este veículo é praticamente obrigatório e até poderá adquirir um a mais para adaptação. Para o coleccionador da linha dos anos 80 este set poderá parecer tentador, mas a largura das rodas torna-o demasiado distante da escala 4-wide. Claro que uma substituição de rodas poderá servir…
Para crianças o set contém tudo o que é necessário para pequenas intervenções. Claro que obriga a um outro conjunto para melhorar a brincadeira.
Conclusão –A primeira conclusão que retirei da construção foi o tamanho, maior do que parece e justifica o preço. A inclusão de vários pormenores enriqueceu o conjunto para aumentado a sua jogabilidade.
Muito provavelmente vou utiliza-lo muitas das vezes sem o reboque.
Apesar de ser bem mais caro, prefiro este tipo de sets aos carrinhos que não se parecem com nada como o
7241.
Miniâncora:
7942Brickset:
7942Inventário Peeron:
7942Mais imagens da construção:
Pasta do brickshelfLBaixinho